Conheça os tipos de tabaco cultivados pela BAT Brasil, com destaque para o Virgínia, e o processo de cura que define cor, aroma e sabor de cada variedade.
A BAT Brasil produz cinco tipos de tabaco: Virgínia, Burley, Comum, Dark e Maryland. Cada variedade atende a demandas específicas dos produtos da Companhia e do mercado externo, já que a BAT Brasil é a maior exportadora de tabaco do país. Cinco tipos de tabaco atendem à demanda própria e a mercados externos. Este conteúdo é de caráter institucional e agroindustrial, dirigido a públicos adultos.
A diversidade de tipos não é acaso: cada variedade exige características de cultivo e cura particulares para que as folhas cheguem às usinas de processamento com a melhor qualidade possível. Cultivo e cura definem a identidade de cada variedade. Entender essas diferenças é conhecer uma das cadeias agroindustriais mais tradicionais do Brasil.
O Virgínia é a variedade mais comum nas lavouras brasileiras e a mais relevante para a Companhia. O tabaco Virgínia produzido pela BAT Brasil é reconhecido entre os melhores do mundo e está presente nos principais produtos e contratos de exportação. O Virgínia brasileiro é referência internacional de qualidade agrícola.
Visualmente, o tipo se distingue pela cor: as folhas curadas variam do amarelo vivo a tons de laranja e mogno. Essa coloração é resultado direto do método de cura em estufa, que diferencia o Virgínia das demais variedades cultivadas no país. A cor do Virgínia vai do amarelo vivo ao mogno.
A qualidade começa antes da lavoura, com variedades desenvolvidas nos programas de melhores sementes da Companhia.
A cura do Virgínia leva de quatro a cinco dias em estufa, com rígido controle de temperatura e umidade. É nesse período que a folha perde água, fixa a coloração característica e desenvolve as propriedades que definem sua classificação. Quatro a cinco dias de estufa definem a qualidade final.
O controle preciso das condições torna o processo exigente para o produtor. Pequenas variações de temperatura ou umidade alteram a cor e a qualidade da folha. Por isso, a assistência dos orientadores agrícolas, prevista na parceria com produtores integrados, é decisiva nessa etapa. A cura em estufa exige técnica, precisão e acompanhamento constante.
Além do Virgínia, a BAT Brasil cultiva e processa quatro variedades curadas em condições naturais, cada uma com características próprias. Quatro variedades complementam o portfólio agrícola da Companhia.
Tipo |
Processo de cura |
Duração aproximada |
Características das folhas |
Virgínia |
Estufa com temperatura e umidade controladas |
4 a 5 dias |
Cor do amarelo vivo a tons de laranja e mogno |
Burley |
Suspensão em condições naturais |
Cerca de 40 dias |
Tons marrons, de claros a escuros |
Comum |
Suspensão em condições naturais |
Cerca de 40 dias |
Goma natural que favorece fermentação para mercados específicos |
Dark |
Cura em condições naturais |
Processo natural prolongado |
Marrom escuro; maior teor médio de nicotina entre os tipos nacionais (3,5%) |
Maryland |
Cura mais longa em condições naturais |
Processo natural prolongado |
Folhas de perfil mais fino, marrom de tons claros a escuros |
O Burley passa por um processo de cura lento: as plantas ficam suspensas por cerca de 40 dias em condições naturais até atingirem o ponto ideal de processamento.
O tipo Comum segue o mesmo método e apresenta uma faixa de tons semelhante, mas suas folhas possuem uma goma natural que as torna apropriadas para o processo de fermentação desejado por alguns mercados. Burley e Comum compartilham o método, mas servem a mercados distintos.
O Dark se diferencia pela composição. Além dos tons de marrom mais escuros, apresenta, em média, 3,5% de nicotina nas folhas, o maior percentual entre os tipos cultivados no Brasil.
O Maryland, por sua vez, apresenta folhas de perfil mais fino e um processo de cura natural mais longo. Dark e Maryland atendem a demandas técnicas específicas.
O desenvolvimento contínuo dessas variedades passa pelos programas de pesquisa agrícola da Companhia.
Do ponto de vista agroindustrial, o tipo de tabaco define atributos sensoriais e físicos da folha, como cor, aroma, teor de nicotina, textura e comportamento durante o processamento.
A combinação de variedades em diferentes proporções permite à indústria atingir os padrões definidos para cada mercado. Cada variedade contribui com atributos específicos para o processamento industrial.
A qualidade final, porém, começa muito antes da usina. Ela depende da semente, do manejo na lavoura, do ponto de colheita e da precisão da cura.
Por isso, a Companhia investe em ciência ao longo de toda a cadeia, dos campos experimentais aos laboratórios de pesquisa e inovação. A qualidade da folha é resultado de ciência aplicada ao campo.
Produtos derivados do tabaco apresentam riscos à saúde, não existe versão segura de cigarro e a única forma de evitar esses riscos é não fumar. As informações desta página têm caráter institucional, são dirigidas exclusivamente a maiores de 18 anos e se conectam à posição da Companhia sobre uma decisão adulta. Produtos derivados do tabaco apresentam riscos e exigem informação responsável.
Poucas cadeias agroindustriais brasileiras combinam tradição centenária e reconhecimento internacional como a do tabaco.
As cinco variedades cultivadas pela BAT Brasil resumem essa história: técnica no campo, precisão na cura e classificação rigorosa. Cinco variedades traduzem um século de conhecimento agrícola brasileiro.
Os tipos de tabaco são apenas uma parte dessa história. Do plantio das mudas à classificação das folhas, cada safra percorre um ciclo completo dentro das propriedades integradas.
Entender o ciclo completo revela o valor da cadeia. Conheça como funciona a produção de tabaco da Companhia, da muda à usina de processamento.
Cinco: Virgínia, Burley, Comum, Dark e Maryland. Cada um possui processo de cura e características próprias.
O Virgínia, curado em estufa durante quatro a cinco dias, com folhas cuja cor varia do amarelo vivo a tons de laranja e mogno.
A cura em estufa dura de quatro a cinco dias, com temperatura e umidade controladas. Na cura natural, as plantas permanecem suspensas por um período mais longo. No caso do Burley, esse processo dura cerca de 40 dias.
O Dark, com média de 3,5% de nicotina nas folhas, o maior percentual entre os tipos cultivados no Brasil.
A qualidade depende de fatores como variedade da semente, manejo da lavoura, momento da colheita e controle do processo de cura.
Não. Produtos derivados do tabaco apresentam riscos à saúde. Não existe versão segura de cigarro, e a única forma de evitar esses riscos é não fumar.